O Secretário Nacional de Segurança Pública, o piauiense Chico Lucas participou do evento como celebridade
A Polícia Federal realizou, nesta segunda-feira (30/3), uma solenidade comemorativa aos 82 anos da instituição. A cerimônia reuniu servidores e autoridades federais no auditório da Polícia Federal.O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, destacou a dedicação dos servidores a seu ofício. “Combater o crime organizado e defender a democracia acabam nos tornando alvos de ataques de toda sorte; alguns são covardes e vis, diretamente a colegas que estão à frente de importantes investigações. Apesar das pressões, a PF seguirá intransigente no cumprimento de seu dever constitucional. A quem interessa uma Polícia Federal forte? Certamente não é a quem compactua com o crime. Por isso, nossa atuação deve estar pautada em três eixos essenciais: autonomia, excelência e responsabilidade”, pontuou.
Para ele, o mantra central da PF é de não proteger nem perseguir quem quer que seja; "é o cumprimento dos deveres constitucionais e legais, sempre observando a garantia dos direitos fundamentais e do devido processo legal. Chegamos aos 82 anos como a instituição de maior confiança da sociedade brasileira, segundo pesquisa recente. Isso é fruto de um trabalho sério, compromissado e de resultados que vocês, servidores, entregam ao Brasil”, asseverou.
Por fim, o diretor-geral contabilizou alguns números importantes de entregas realizadas pela Polícia Federal, como a recuperação de mais de R$ 10 bilhões do crime organizado, a conclusão de 46 mil inquéritos policiais e o indiciamento de mais de 42 mil pessoas com mais de 26 mil prisões, além da realização de mais de 3 mil operações policiais, sendo 482 em áreas de fronteira. O secretário nacional de Segurança Pública, Francisco Lucas Costa Veloso (Chico Lucas), destacou que o sentimento é de orgulho pelo que a PF fez e faz pelo povo brasileiro. “Em uma prospecção de futuro, esperamos que a instituição permaneça marcada pela excelência no combate ao crime organizado. E não há que se falar nesse enfrentamento, nessa asfixia, sem a expertise da Polícia Federal, cada vez mais nacional, que integre as outras forças, irradiando capacidade técnica”, apontou.
Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal


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