Mão Santa entra com ação contra o mandato do senador eleito Ciro Nogueira
A ação alcança também os suplentes do senador eleito, João Claudino Fernandes e Amauri Correia, do PRTB.
Mão Santa partiu pro tapetão
Faltando apenas 9 minutos para o término do prazo, a assessoria jurídica do senador Mão Santa (PSC-PI), composta pelos advogados San Martin e Alice Queiroz, entrou junto ao TRE com ação de cassação do mandato do senador eleito Ciro Nogueira (PP), por corrupção eleitoral. A ação alcança também os suplentes do senador eleito, João Claudino Fernandes e Amauri Correia, do PRTB.
Os advogados do senador Mão Santa informaram que a denúncia é baseada em provas colhidas em cidades como Piripiri e Luís Correia, onde todos os lados políticos, mesmo adversários, votaram em Ciro Nogueira. A ação envolve ainda o ministro Alexandre Padilha, acusado de ter interferido diretamente no processo eleitoral do Piauí, no pleito passado.
Desde a proclamação do resultado da última eleição, o senador Mão Santa vem sendo estimulado a ingressar na Justiça contra o senador eleito Ciro Nogueira. Mão Santa aparecia em todas as pesquisas como o segundo colocado até à véspera da eleição. Ao final, Ciro se elegeu com 22% dos votos e o senador do PSC ficou com 14%.
Quando se lançou candidato ao Senado, Ciro declarou que vinha para a eleição com o apoio do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Durante a campanha, o ministro fez várias visitas ao Piauí e chegou a ser ameaçado de processo pelo PT, por estar pedindo voto para um candidato do PP, em detrimento da candidatura do deputado federal petista Antônio José Medeiros, que concorria ao Senado.
Para ingressar na Justiça Eleitoral contra os mandatos de Ciro Nogueira e seus suplentes, a assessoria jurídica de Mão Santa lembra a frase de Rui Barbosa constantemente citada pelo senador: "Quem não luta por seus direitos, não merece tê-los, não merece viver". Para acompanhar o processo em Brasília, Mão Santa conta com o mesmo advogado do senador Artur Virgílio (PSDB-AM), que também foi derrotado na última eleição e entrou com a mesma ação na Justiça Eleitoral de seu estado.
Os advogados do senador Mão Santa informaram que a denúncia é baseada em provas colhidas em cidades como Piripiri e Luís Correia, onde todos os lados políticos, mesmo adversários, votaram em Ciro Nogueira. A ação envolve ainda o ministro Alexandre Padilha, acusado de ter interferido diretamente no processo eleitoral do Piauí, no pleito passado.
Desde a proclamação do resultado da última eleição, o senador Mão Santa vem sendo estimulado a ingressar na Justiça contra o senador eleito Ciro Nogueira. Mão Santa aparecia em todas as pesquisas como o segundo colocado até à véspera da eleição. Ao final, Ciro se elegeu com 22% dos votos e o senador do PSC ficou com 14%.
Quando se lançou candidato ao Senado, Ciro declarou que vinha para a eleição com o apoio do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Durante a campanha, o ministro fez várias visitas ao Piauí e chegou a ser ameaçado de processo pelo PT, por estar pedindo voto para um candidato do PP, em detrimento da candidatura do deputado federal petista Antônio José Medeiros, que concorria ao Senado.
Para ingressar na Justiça Eleitoral contra os mandatos de Ciro Nogueira e seus suplentes, a assessoria jurídica de Mão Santa lembra a frase de Rui Barbosa constantemente citada pelo senador: "Quem não luta por seus direitos, não merece tê-los, não merece viver". Para acompanhar o processo em Brasília, Mão Santa conta com o mesmo advogado do senador Artur Virgílio (PSDB-AM), que também foi derrotado na última eleição e entrou com a mesma ação na Justiça Eleitoral de seu estado.
Fonte: Diário do Povo
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