16/07/2010

Manchete do Meia Hora

Sexta-feira , 16 Julho, 2010

Galã zoava com Bruno

Um famoso ator deve ter ficado bastante preocupado com as revelações feitas pelo tio do adolescente J. - que está apreendido acusado de participar do sequestro e morte de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno - no programa Manhã Maior de quarta-feira, na RedeTV. O motorista de ônibus contou detalhes das festas promovidas pelo ex-jogador do Flamengo no Rio, revelando, entre outras coisas, o cachê que era pago a algumas meninas para participar dos agitos: até R$ 2.500. O que ele não entregou foi que um galã de novela tirava muita onda nestas noitadas, regadas a sexo e bebidas, patrocinadas por Bruno, conforme noticiou ontem a colunista Fabíola Reipert em seu blog no portal R7.
As noitadas de Bruno ficaram famosas em julho de 2008, quando o goleiro e Marcinho, que na época jogava no Flamengo, se envolveram em confusão com uma prostituta durante festa no sítio do camisa 1 rubro-negro, em Minas. A moça foi à delegacia acusar o atacante de agressão. O próprio Bruno revelou em entrevista à revista Veja, pouco antes de ser preso, que já participou de orgias e que teria conhecido Eliza numa destas festinhas.
Desde o dia 7, Bruno está preso, acusado de tramar o sequestro e o assassinato de Eliza. O desembargador Doorgal Andrada, da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, deve analisar hoje o pedido de liberdade do goleiro feito ontem pelo advogado Ércio Quaresma, que defende ainda outros seis suspeitos - no fim da tarde, os advogados do escritório de Quaresma deram entrada no pedido de habeas corpus dos outros acusados. O TJ informou que o procedimento normal leva pelo menos 48 horas e que, devido ao fim de semana, os habeas corpus só devem ser analisados segunda-feira.

Corneou o marido e planejou sua morte

Policiais da Divisão de Homicídios (DH) prenderam, na quarta-feira, três pessoas acusadas de envolvimento no assassinato do capitão da Polícia Militar Dário José Xavier da Silva, 54 anos, ocorrido em março, em Padre Miguel, Zona Oeste do Rio. A viúva do oficial, Cássia Reiff da Silva, está entre os presos e é, segundo os investigadores, a mandante do crime. Ela teria tramado a morte do marido para receber os R$ 100 mil do seguro de vida pago pelo estado.
"A vítima tinha descoberto a existência de antigo caso extraconjugal da esposa, mas a perdoou. Como suspeitava que o casamento estivesse perto do fim, a mulher planejou o crime para ficar com o dinheiro", afirmou o diretor da DH, delegado Felipe Ettore.
Cinco tiros pelas costas
Dário foi morto na noite de 22 de março, na Estrada da Água Branca, com cinco tiros nas costas. Cássia pediu ajuda à amiga Verônica Lopes da Silva, 39, que por sua vez contratou o irmão, Luan Douglas Lopes da Silva, 22, e rapaz que na época tinha 17 anos para cometer o crime.
De acordo com a DH, Luan dirigiu o carro usado para abordar o PM, e o menor efetuou os disparos, em troca de R$ 3 mil. "Cássia ainda inventou que o Dário havia estuprado a própria filha, que sequer existe", disse Ettore.

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