| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 26.864 (55,31%) |
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 21.703 (44,68%) |
31/10/2010
PARNAÍBA
Faltando 13% da contagem, Molim aumenta diferença
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 808.351 (58,03%) |
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 584.402 (41,96% |
DILMA ESTÁ ELEITA
| 13 | DILMA | PT | 53.321.231 (55,69%) |
| 45 | JOSÉ SERRA | PSDB | 42.412.576 (44,30% |
GOVERNO GERAL JÁ PASSA DOS 200 MIL A MAIORIA PARA MOLIM
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 787.523 (57,83%) |
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 574.222 (42,16% |
LUZILÂNDIA
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 6.376 (53,18%) |
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 5.612 (46,81%) |
ATÉ O MOMENTO
Votos | 1.485.640 |
|---|---|
| Votos Válidos | |
| 1.333.475 (89,75%) | |
| Em Branco | |
| 22.552 (1,51%) | |
| Nulos | |
| 129.613 (8,72%) | |
| Pendentes | |
| 0 (0%) | |
Seções | 7.424 |
|---|---|
| Totalizadas | |
| 6.144 (82,75%) | |
| Não Totalizadas | |
| 1.280 (17,24%) | |
| Em Recurso | |
| 0 (0% | |
COCAL-PI
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 6.214 (55,35%) |
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 5.011 (44,64%) |
EM PARNAÍBA
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 22.129 (54,85%) |
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 18.209 (45,14% |
GERAL GOVERNO
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 737.017 (57,45%) |
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 545.798 (42,54% |
LUIS CORREIA
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 4.552 (56,15%) |
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 3.554 (43,84% |
MURICI DOS PORTELAS
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 1.275 (84,77%) |
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 229 (15,22% |
NO GERAL
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 713.472 (57,31%) |
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 531.420 (42,68%) |
ILHA GRANDE:
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 3.274 (71,76%) |
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 1.288 (28,23% |
EM LUIS CORREIA
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 4.317 (57,38%) |
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 3.206 (42,61% |
EM PARNAÍBA
45 SILVIO MENDESPSDB 13.782 (57,68%)
40 WILSON MARTINSPSB 10.657 (42,3%)
40 WILSON MARTINSPSB 10.657 (42,3%)
WILSON MARTINS E ZÉ FILHO PRATICAMENTE ELEITOS
| 40 | WILSON MARTINS | PSB | 505.882 (56,91%) |
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 382.955 (43,08% |
Praticamente 50% das urnas apuradas no Piauí
| WILSON MARTINS | PSB | 468.894 (56,93%) | |
| 45 | SILVIO MENDES | PSDB | 354.598 (43,06% |
Eleito o segundo governador
Agnelo, do PT, encerra era Roriz no DF
Petista obteve 66,1% dos votos com 99,9% das urnas apuradas, desbancando a mulher de Joaquim Roriz, que obteve 33,8% dos votos
Gabriel Costa e Ana Paula Leitão, iG Brasília | 31/10/2010 18:05
Com 99,9% dos votos apurados, o médico baiano Agnelo Queiroz, do PT, é o novo governador eleito do Distrito Federal, com 66,1%. Depois de uma disputa marcada por acusações mútuas entre sua campanha e a da adversária Weslian Roriz, do PSC – que obteve 33,8% dos votos – o candidato do PT vai assumir no dia 1º de janeiro o Palácio do Buriti, aos 52 anos, e promete chefiar também, ao longo dos três primeiros meses de governo, a Secretaria de Saúde do DF. Ele coloca, assim, um ponto final à era Roriz no Distrito Federal.
Roriz foi governador do DF por quatro mandatos, o primeiro nomeado pelo ex-presidente José Sarney, em 1988, época em que essa unidade da Federação não elegia diretamente seus governantes. Ele já havia sido vereador e prefeito de Luiziânia (GO), além de vice-governador e ministro da reforma agrária do ex-presidente Fernando Collor (1990-1992). Roriz está com 74 e, dificulmente, deve se canditar ao governo do DF em 2014, quando terá 78 anos.
Agnelo
Agnelo dos Santos Queiroz Filho, nascido no município de Itapetinga, na Bahia, é o filho mais velho de um funcionário público e uma cabeleireira, estudou em escolas públicas e formou-se em Medicina na Universidade Federal da Bahia. Chegou a Brasília durante a década de 1980, para especializar-se em cirurgia no Hospital de Base da capital federal. Após um período como presidente da Associação Nacional dos Médicos Residentes, foi eleito deputado distrital pelo PC do B em 1990.
Após a passagem pela Câmara Legislativa, Agnelo foi eleito por três vezes consecutivas deputado federal pelo DF, período durante o qual continuou a exercer a medicina com operações semanais. Em 2003, ministro do Esporte durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, encarou as primeiras polêmicas de sua trajetória.
À frente do ministério, foi alvo de acusações relativas a irregularidades no programa Segundo Tempo, de sua autoria. As denúncias foram trazidas novamente à tona durante o pleito deste ano pela campanha de Weslian Roriz, que exibiu em seu programa eleitoral o depoimento de testemunhas da Operação Shaolin, uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal.
Eleito o primeiro governador
Marconi Perillo é eleito governador de Goiás pela terceira vez
Com 94,4% das urnas apuradas, tucano supera Iris Rezende, do PMDB, e retorna ao Palácio das Esmeraldas depois de disputa acirrada
Rodrigo Viana, iG Goiânia | 31/10/2010 18:39

Foto: AE
O novo governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, vota em sua cidade natal, Palmeiras de Goiás
O senador Marconi Perillo, do PSDB, é o novo governador de Goiás. Com pouco mais de 94,4% das urnas apuradas, o candidato recebeu 53,1% dos votos e vai ocupar o Palácio das Esmeraldas pela terceira vez. Seu adversário no segundo turno, o ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende, do PMDB, fico com 46,9% dos votos. A vitória de Perillo é mais uma de um período de sucessivos triunfos nas urnas que teve início em 1990, quando foi eleito deputado estadual de Goiás.
Perillo e Rezende travaram uma das mais acirradas disputas do segundo turno e os institutos de pesquisas sempre apontaram empate técnico entre os dois candidatos. Durante a campanha, eles procuraram reproduzir em Goiás a estratégia nacional de oposição entre os projetos de José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).
Ao longo da campanha, Perillo prometeu que, caso fosse eleito, implantaria o piso salarial do professor, distribuiria um computador para cada professor e aluno da rede pública, construiria hospitais e criaria um disque-emergência unificado para a segurança pública. Além de promessas, o novo governador deu explicações. Ele é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por receber propina de frigoríficos para modificar leis para favorecer o setor.
Assinar:
Postagens (Atom)
